sexta-feira, 15 de maio de 2009

"Una palabra..."



"Um olhar não quer dizer nada.
E ao mesmo tempo diz tudo..."








Depois de falar tanto em instintos femininos e masculinos, algo balançou dentro de mim. Descobre que conheço tanto sobre os outros, seus comportamentos, sonhos, anseios e desejos; até dicas para solucionar alguns problemas, no momento a dois, tenho escondidas na manga, porém sei tão pouco de mim.

Dizem que o quintal do vizinho que é bom...

Realmente é muito mais simples apontar, indicar, opinar quando se refere aos outros.

Minhas palavras são como faca de dois gumes, de um lado corta, fatia as coisas que os outros sentem e, em cada fatia fica exposto os mais profundos sentimentos que alguém possa ter, enquanto do outro lado, essas mesmas palavras me sufocam, me deixam angustiada. Pois vejo os meus sonhos projetados nos sonhos dos outros.

Acho que isso acontece com a maioria das pessoas que escreve, que usa das palavras pra dizer quem somos e o que somos, nos espelhando num todo, no qual nos colocamos como meros expectadores.

Meu caro amigo (a), embora me sinta assim agora, sei que vai passar, sempre passa. Eu sempre dou um jeitinho de modificar essa situação.
Mas não posso negar, que os meus valores ficam reprimidos porque volto pra dentro de mim, e me escondo. Contrariando tudo que mais preso, a nossa liberdade interior.
Melhor, pensando bem... É melhor nem pensar mais nisso. Sei que tenho um jeito estúpido de ser, mas é assim que sei me defender.

"Se as pedras que encontramos em nossos caminhos não existissem, talvez não tivéssemos razão pra viver. Pois cada pedra que retiramos é uma lição que aprendemos... Mas não deixe que as pedras se tornem muralhas na tua estrada, porque elas podem impedir que você veja o lado bom da vida".
By Elieuza


Una palabra

Carlos Varela

Composição: Carlos Varela

Una palabra no dice nada
Y al mismo tiempo lo esconde todo
Igual que el viento que esconde el agua
Como las flores que esconde el lodo
Una mirada no dice nada
Y al mismo tiempo lo dice todo
Como la lluvia sobre tu cara
O el viejo mapa de algún tesoro
Una verdad no dice nada
Y al mismo tiempo lo esconde todo
Como una hoguera que no se apaga
Como una piedra que nace polvo
Si un día me faltas no seré nada
Y al mismo tiempo lo seré todo
Porque en tus ojos están mis alas
Y está la orilla donde me ahogo
Porque en tus ojos están mis alas
Y está la orilla donde me ahogo



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