sexta-feira, 4 de março de 2011

"Desabafo"
























Meu caro amigo(a),



Hoje teria bons motivos pra escrever, ao me lembrar de ontem, mas, entretanto quando penso no amanhã tenho mil e um motivos para mergulhar no silêncio.

A vida é assim, feita de momentos, os vividos e os pré-sentidos, os esperados e os não acontecidos.

Tento não sofrer antecipadamente, mas a fragilidade dos meus pensamentos trai a minha segurança.


É incrível como os pensamentos me bombardeiam, me transporta no tempo, num vai e vem que me faz esquecer as palavras como se elas pegassem um atalho e se dividissem no outrora e no vindouro.

Mas, confesso que no meu intimo sei onde elas estão...

A verdade é que estou dando voltas pra dizer, o que não consigo.

Porque trago com tempo de ontem a certeza de ter tido, de ter vivido uma história, ter visto sonhos realizados, ter palpado a realidade, tocado os mais íntimo dos meus desejos...


Ai me pergunto...

Porque não podemos escolher nossos amores?

Seria tão mais simples.

Não nos perderíamos neste labirinto da vida.

Não estaríamos vulneráveis nem ao ontem e nem ao amanhã; nem ao antes e nem ao depois.

Não nos preocuparíamos com os receios, os medos e as inseguranças.

Ilusoriamente viveríamos, amaríamos.


Estaríamos livres das dúvidas, dos talvezes.

Mas, o que importa é a certeza que vivemos, tivemos e sentimos.

Não ter novamente é risco que corremos.





Dizia o poeta, é melhor perder do que nunca ter amado.

Será?


Não consigo parar de pensar, quero saber, como fazer-me entender. Onde encontrar as respostas no meu coração ou na minha razão?


















"...E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro...
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida."

Ana Carolina







segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Declaração de Amor"

 
Meu amor é como o Vento...
Assanha meus cabelos.
Arrepia o meu corpo.
Meu amor é como Sol...
Faz meu corpo queimar.
De prazer soar.
Meu amor é como a lua...
Deixa-me tonta.
Faz-me sonhar.
Meu amor é como as Estrelas...
Faz meu olhar brilhar.
Meus coração pulsar.

 Meu amor sem você,
Não posso viver.




Meu amor é como fruto proibido...
Faz-me desejar.
Meu amor é como brisa...
Suave a me tocar.
Meu amor é como uma droga... 
Faz-me delirar.

Meu amor...
Aquece-me.
Enlouquece-me.

Seu beijo...
É fonte dos meus desejos.

Meu  amor sem você,
Não posso viver.
















Meu amor é minha Paz.
Meu amor é minha Paixão.
Meu amor é minha Loucura.
Meu amor é minha Perdição. 








quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

"Sua lembrança me deixou assim..."



Meu caro amigo(a),


Falar de amor, desejo, paixão, não é fácil. Quebramos tabus, preconceitos e despimos os mais íntimos dos nossos pensamentos.

Tudo começa quando, ao som de uma música, buscamos dentro de nós, lembranças perdidas, sonhos adormecidos, desejos esquecidos, paixões mal resolvidas...






Desvendar teu corpo, conhecer cada centímetro foi a trilha mais longa que já fiz.

Percorri lagos de suor, ora quente, ora frio, misturando ao meu.
Escalei-te, subi e desci...
Agarrei-me em você, cravei minhas unhas em tua carne trêmula.
Como uma fera faminta, devorei-te...
Provoquei um terremoto de sensações, uma avalanche de prazer.
Sussurrei em seus ouvidos, palavras jamais ouvidas, que ecoaram deixando-o tonto.
Busquei descobrir partes até então nunca tocadas, tateando-te como quem toca as nuvens.
Levei-te as estrelas, te desci ao inferno, resgatei-te para o céu...
Mostrei-te o prazer de ser tocado.
Fui ora tua perdição.
Noutra tua salvação!
Guardar-te-ei...
Enquanto adormeço entre a paixão e a razão...

 

 
Esquecer teu corpo, apagar cada centímetro foi a trilha mais longa que já fiz.

Senti lagos de suor, ora quente, ora frio, exalando em meus pensamentos.
Escalei-te, lembranças subiam e desciam...
Como uma fera faminta, devorei cada momento a ser esquecido.
Estrangulei meus desejos, paralisei meu corpo.
Sufoquei palavras, calei meus gemidos.
Vaguei sem destino, sem segredos pra ser tocados.
Não fui às estrelas, perdi-me entre o céu e o inferno.
Fostes ora minha salvação.
Noutra minha perdição!
Guardar-te-ei...
Enquanto adormeço entre a solidão e a razão.











segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Maldita Solidão




 Meu caro amigo,

Todo esse tempo sem vim aqui, talvez tenha se esquecido de mim.
Mas hoje, só hoje, nesse momento, deixe-me colocar a minha cabeça no teu colo.

Há um nó em minha garganta.

Preciso que me ouça...

Sinto necessidade de colocar pra fora o que se passa em minha cabeça e no meu coração.

Não sei ao certo o que vou escrever. Não importa!

O que importa, é que essas palavras irão arrancar de mim esse vazio que me incomoda.







Já ouvi música. Suspirei fundo. Contive lágrimas que insistiam em cair dos meus olhos. E ainda, não consegui entender o porquê desses in sites de pensamentos que me levam e me trazem numa velocidade que me deixa tonta, que faz meu coração contorcer, bater forte, e minha alma querer desprender do meu corpo.







É essa Solidão!


Tudo culpa dela!

Maldita solidão!

O que faço pra me separar de você?

Solidão, você é traiçoeira!

Fingiu que tinha ido embora, mas ali estava todo tempo.

Enganou-me, mais uma vez, dentre tantas outras mais...

E eu, que pensei que estava feliz. Que ilusão!

Momentos fugazes nada mais...

Achei que tinha me livrado de você.

Tolice! Você não me deixaria.

É minha sombra no espelho. Como me separar de você?

Maldita! Traiçoeira...

Pergunto-me: Quando? Onde? Como? E por que se apossou de mim?

Tornei-me prisioneira de ti, dentro de mim.

Como me livrar se não tenho mais forças e nem estratégias pra lutar, nem um caminho a seguir.

Não tenho pra onde ir, nem braços, nem mãos para amparar-me, não tenho alguém para amar...

Ninguém para arrancar-me de ti.

Não existe um rival a sua altura. Um coração pra me defender. Ou até uma simples, serena paixão pra me acolher.

Nada é capaz de nos separar, de me tirar você...

Maldita Solidão!

Até quando vou te pertencer?





 

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terça-feira, 24 de agosto de 2010

"O amor é grande laço, um passo pra uma armadilha..."

 




Olá amigos,


Passei dias organizando letras, palavras, formando frases. Ora ouvindo a razão, noutra o coração...

... E até então, tento, mas tudo parece em vão.

Meu silêncio, não é covardia. Falta-me ousadia...

Pois preciso, antes de mais nada, desmanchar esse laço, fugir dessa armadilha...








Faltando um Pedaço

Djavan

O amor é um grande laço, um passo pr'uma armadilha
Um lobo correndo em círculos pra alimentar a matilha
Comparo sua chegada com a fuga de uma ilha:
Tanto engorda quanto mata feito desgosto de filha
O amor é como um raio galopando em desafio
Abre fendas cobre vales, revolta as águas dos rios
Quem tentar seguir seu rastro se perderá no caminho
Na pureza de um limão ou na solidão do espinho
O amor e a agonia cerraram fogo no espaço
Brigando horas a fio, o cio vence o cansaço
E o coração de quem ama fica faltando um pedaço
Que nem a lua minguando, que nem o meu nos seus braços...





domingo, 11 de julho de 2010

COPA ES mis felicitaciones amigos españoles! VIVA!


COPA DA ÁFRICA 2010
                                              É DA ESPANHA
PARABÉNS!



segunda-feira, 12 de abril de 2010

“Saudade é um sentimento que corta mais do que diamante...”







Meu caro amigo (a),



Quando é pra falar de saudade, nos falta palavras, pois vem um nó na garganta, os olhos permeiam de lágrimas ...

O silêncio fala mais alto!

É um vazio transbordando de angústias, rancores e mágoas.

Dores que se somam ...

Esperanças diminuídas ...

Ilusões subtraídas ...

Desejos divididos...

Lembranças multiplicadas ...

Sonhos apagados...

Momentos esquecidos...

Felicidade anulada!

A saudade é um sentimento que corta mais do que diamante, corta a ilusão da gente.